A paz do Senhor, meus irmãos!
A Palavra de Deus nos ensina muito sobre o maravilhoso dom de falar em línguas estranhas. O apóstolo Paulo dizia com muita alegria que era grato a Deus porque falava em línguas mais do que todos os irmãos da igreja lá de Corinto. Porém, ele nos dá um conselho muito valioso: quando estamos reunidos no culto, é melhor falar apenas cinco palavras que todo mundo entenda, para poder ensinar a congregação, do que falar dez mil palavras em línguas estranhas sem ter ninguém para interpretar (1 Coríntios 14.18,19).
Mas preste bem atenção: Paulo não estava, de jeito nenhum, diminuindo ou excluindo o falar em línguas! Falar no mistério com Deus é uma parte linda, legítima e verdadeira da nossa adoração (1 Coríntios 14.26).
Naquela época, parece que alguns irmãos não gostavam de certa desordem que estava acontecendo nos cultos e tentaram resolver o problema de um jeito errado: proibindo as pessoas de falarem em línguas na igreja. Mas Paulo logo chamou a atenção deles para que parassem com essa proibição! Essa experiência com o Espírito Santo é preciosa demais e traz uma bênção muito grande para ser proibida.
Hoje em dia, a gente ainda vê algumas pessoas dizendo: “Ah, esse negócio de falar em línguas às vezes causa confusão, é melhor a gente evitar nos nossos cultos”. Mas essa não foi a solução que o apóstolo ensinou! Os limites e as regrinhas de ordem que Paulo colocou não tinham a intenção de apagar o fogo do Espírito Santo ou impedir as línguas. O objetivo dele era apenas organizar a Casa de Deus. Ele queria dar oportunidade para que outros dons também fossem usados, e para que toda a igreja voltasse para casa cheia da graça e edificada.
Por isso, amada igreja, não deixem de buscar os dons! Falem em línguas, adorem a Deus com fervor, mas sempre com ordem, decência e muito amor, para que o seu irmão que está do lado também receba a bênção!
0 Comments